"Inclusão não é apenas aceitar o outro, é também fazer com que ele se sinta bem,
seja bem recebido e ambos possam crescer com estas atitudes."
Mariângela Biscaia
Minhas Experiências
Olá, pessoal do PEAD ! Estou feliz em poder estar aqui hoje, graças a um anjinho da guarda chamada tutora Giselda, relatanto um pouquinho de minhas experiências em relação aos portadores de necessidades especiais. Então, vamos aos relatos.
Trabalho numa escola da rede Municipal de São Leopoldo, que atende alunos com necessidades especiais como autismo, sindrome de down, paralisia cerebral. Durante esta caminhada, obtive contato direto com o autista e o down, pois substitui algumas vezes as professoras titulares. Confesso que com muito receio, pois sabia do pouco conhecimento que tinha sobre o assunto, embora fosse bastante discutido e pesquisado sobre ambos, mas nunca havia feito esta prática. Apenas como expectadora, assistindo muitas vezes o trabalhos das colegas e percebendo também suas angustias, como profissionais responsáveis, frente ao grande desafio, visto ser uma experiência nova para todos nós. É certo que, durante este processo de aprendizagens, digamos assim, tivemos o auxilio de uma colega já com esperiência nesta área, pois trabalha com alunos com necessidade especiais numa escola especial, próxima a nossa escola. (cujo o nome é de uma tia do meu pai, a qual se dedicou muito por esta causa, ESC. EST. ED.ESPECIAL ARACY DE PAULA HOFMANN ). Sem dúvida este apoio foi fundamental para que as professoras titulares destes alunos pudessem se sentir um pouco mais seguras. Em relação ao aluno com paralisia cerebral, foi transferido de escola e durante o período em que ficou conosco, no pré, foi bem difícil, porque o mesmo tinha dificuldades de locomoção, fala e coordenação motora, exigindo demais das professoras, que no primeiro momento ficaram sem uma curadora, prometida pela SMED, o que veio a comprometer bastante o desenvolvimento deste e dos demais alunos da classe, embora as professoras tivessem boa vontade. e número reduzido por turma. Após, se não me engano, um mês ou mais do inicio das aulas, não havia ainda uma curadora, e a mãe, não se mostrou uma pessoa comprometida, inclusive agredia o menino na frente das professoras. Após muitos pedidos, veio a curadora, que não ficou muito tempo, sendo substituida por outra, desta vez mais pacienciosa e competente frente a este desafio. Mas, devido a família não se mostrar atuante entre outros motivos , o aluno foi transferido de escola.l
Há mais ou menos 2 anos atrás, lecionei para uma segunda série, onde havia um aluno com necessidades especiais, visto sua dificuldade de locomoção, pois era portador de uma doença degenerativa, e a cada ano ficava em condições piores. Aluno desde o pré, foi visível a sua deficiência, sendo que eu e os colegas tinhamos a tarefa diária de levá-lo, muitas vezes , no colo, para a sala de aula, pátio, banheiro, vídeo, etc.
A família não era comprometida, pois não fazia corretamente o tratamento indicado pelo médico, como medicação e fisioterapia (pois as pernas estavam se atrofiando), onde a mãe justificava: "Deus vai curá-lo". Tanto é que guando a escola começou a fazer cobranças em relação ao tratamento, se comprometendo em ajuda´-lo, (inclusive com agendamento de fisioterapeuta gratuito, conseguido pela direção e de também a doação de uma cadeira de roda) a mãe foi de muda para a praia, alegando ter conseguido um emprego por lá. Um fato curioso é que,apesar de toda a dificuldade de locomover-se o aluno adorava dançar. Quando tinha festa ou música na escola, dava gosto de vê-lo, pois percebia-se que exercia esta atividade por que realmente gostava, inclusive cantando as músicas. Tanto é, que percebemos o avanço da doença devido a sua dificuldade em realizar após algum tempo esta atividade, vindo a ficar mais parado, apenas expressando em seu rosto, o gosto pela música e dança. Na aprendizagem apresentava dificuldades, devido a sua falta de concentração e dispersão, pois passava as aulas cantando e gesticulando com as mãos. De vez em quando ainda me vem na memória e me pergunto: será que está estudando ? Como estará ? ?????????
Outro relato é que através de uma amiga conheci um rapaz amigo dela e agora marido, que é surdo e mudo de nascência, devido a uma doença que a mãe teve. O irmão dele também é surdo e mudo. Logo que eles vinham aqui em casa, achava complicado conversar com ele, pois muitas vezes esquecia e falava normalmente e até de costas a ele. Então aos poucos tive que ir me acostumando. Nossa comunicação é por gestos e através de leitura de lábios. Não tem conhecimento da linguagem de sinais, pois acredito, conforme minha amiga, devido a acomodação e falta de interesse da mãe, visto ser uma pessoa de idade. Com isto, não sabe ler,nem escrever. Tem dificuldade de conseguir emprego,devido a sua pouca instrução, apesar de ser bem inteligente. Agora está trabalhando no estoque de um hipermercado aqui da cidade, mas o salário não é muito, pois não é valorizado como os demais, devido a sua condição especial. Conforme minha amiga ele iria começar um curso via cd de linguagem de sinais, o que o ajudará bastante, na relação com os outros e nos estudos.
Há nove anos atrás iniciei fazendo um curso de especialização em educação especial na FACCAT em Taquara, ao qual tive que cancelar, pois fiquei grávida e tive por ameaço de aborto, ficar de absoluto repouso. Até hoje sinto muito por nãoter concluido o curso, pois tinhamos conteúdos bem diversificados sobre o tema e aula com diferentes profissionais, como médicos neurologistas, psiquiatras, psico-pedagogas,etc. O pouco que obtive de conteúdo (1 semestre) me ajudou muito a entender melhor o processo de aprendizagem pelo qual passa este tipo de aluno, podendo vê-los com outros olhos. Tivemos contatos através de observações feitas nas escolas de educação especial e em clinicas de apoio como as de fisioterapias. Foi uma experiência bastante gratificante a qual gostei muito e assim que for possível, pretendo retomar. Por hoje é só! Abçs e até breve. Maria Angélica Hofmann.
Relato sobre conhecido surdo-mudo ao qual mencionei na postagem anterior.
Neste final de semana recebemos a visita do nosso amigo surdo-mudo ao qual vou chamar de "E". Embora com esta deficiência e sem conhecimento ainda da linguagem de sinais, conseguiu comunicar-se bem com meu marido e os demais, sem nenhum constrangimento, pois acredito que sinta-se bem acolhido em nossa casa, onde não há preconceito. Também fiquei sabendo pela minha amiga (esposa de "E"), que o mesmo estava muito feliz (era visível seu entusiasmo e alegria), pois havia conseguido um outro emprego, ainda melhor do que aquele que tinha. Contou-me também que o antigo patrão fez várias propostas a ele para que continuasse no emprego, visto considerá-lo um ótimo funcionário, mas como o salário seria melhor e a oportunidade de crescimento profissional também, resolveu ir para a nova empresa, onde tem os finais de semana livre e trabalha somente durante o dia.
Acredito que com esta oferta de emprego, sentiu-se valorizado e, portanto aumentou sua auto-estima, o que é muito importante para o seu desenvolvimento e aprendizagem.
UNIDADE 2 – POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E O PROJETO POLÍTICO – PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
ALUNA: MARIA ANGÉLICAHOFMANN
DADOS DA ESCOLA
Escola: - E. M. de Ensino Fundamental Senador Salgado Filho.
CIDADE : SãoLeopoldo
NÚMERO DE ALUNOS - 644
ETAPAS DE ESCOLARIZAÇÃO -Ensino Fundamental - 1° ao 9º
ALUNOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL - 06 (que apresentam avaliação e laudo, tendo portanto um acompanhamento e atendimento especializado), conforme abaixo.
Trabalho numa escola do município de São Leopoldo, onde num total de 644 alunos, 6 são inclusivos, apresentando avaliação e laudo, sendo portanto atendidos por especialistas. Entretanto existem em nossa escola muitos alunos inclusos que não recebem nenhum tipo de atendimento especializado, entre eles casos de deficiência de aprendizagem, hiperativos, com algum tipo de retardo mental, entre outros. O corpo docente é formado por 44 professores incluindo a equipe diretiva. Atualmente a distribuição dos alunos por turmas é a seguinte:
* 2 turmas de Educação Infantil – total: 37 alunos
* 3 turmas de 1º Ano – total: 44 alunos
* 2 turmas de 2º Ano – total: 47 alunos, uma inclusão síndrome de DOWN – atendimento NAPPI - psicólogo
* 2 turmas de 3º Ano – total: 44 alunos
* 3 turmas de 4º Ano – total: 75 alunos, uma inclusão AUTISTA – Atendimento neurológico Hospital de Clínicas – Porto Alegre e SIAPEA/UNISINOS
* 3 turmas de 4ª Série – total: 83 alunos, uma inclusão PROBLEMAS SÉRIO NA FALA – Atendimento NAPPI - fonodiólogo
* 4 turmas de 5ª Série - total: 93 alunos, duas inclusões RETARDO MENTAL – atendimento NAPPI e neurologista
* 4 turmas de 6ª Série – total: 109 alunos
* 3 turmas de 7ª Série – total: 66 alunos, uma inclusão PROBLEMAS NEUROLÓGICOS (BIPOLAR) – atendimento NAPPI e neurologista
*2 turmas de 8º Série – total: 46 alunos
RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 2, de 11 de Fevereiro de 2001.(*)
Art. 2º Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às
escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades
educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos.
A contemplação no PPP dadas adaptações curriculares necessárias para atender as inclusões, o uso de metodologias que favorecem a adaptação e integração dos inclusos, e também a avaliação dos casos de Necessidades de Atendimento Especial que é feita com base na Resolução nº 2, de 11/09/2001, artigo 8º.
Art. 3º Parágrafo único. Os sistemas de ensino devem constituir e fazer funcionar um setor responsável pela educação especial, dotado de recursos humanos, materiais e financeiros que viabilizem e dêem sustentação ao processo de construção da educação inclusiva..
Nosso município tem um setor responsável pela educação especial, gerenciando o NAPPI Núcleo de Apoio e Pesquisa ao Processo de Inclusão, tendo como apoio as salas de recursos multifuncionais, criadas pelo município com apoio do governo federal.
MariaAngélicaHofmann.
UNIDADE 3 PARTE A
SERVIÇOS ESPECIALIZADOS
Os estudantes da rede municipal de ensino de São Leopoldo com necessidades especiais de aprendizado contam com dois tipos de atendimento, mantidos pelo município. São eles o NAPPI (Núcleo de Apoio e Pesquisa ao Processo de Inclusão e as SRM (Salas de recursos multifuncionais).
NAPPI:
Desenvolve ações que abrangem o aluno, a família, o professor, a supervisão, a comunidade e a rede como um todo, na área multidisciplinar, como vemos abaixo:
- Pesquisa e formação desenvolvendo grupos de estudo, através de formação continuada,utilizando-se da exploração de projetos e parcerias com redes de atendimento.
- Acessoria às escolas, através do atendimento com grupos de supervisoras e atendimento individual para os professores.
- Atendimento terapêutico pedagógico, com auxilio de profissionais da : - Psicologia, psicopedagogia, Fisioterapia e fonoaudiologia.
- Núcleo da família - com terapia familiar.
_ AEE (atendimentos especiais) - enfoque da aprendizagem deficiente
· SRM (SALA DE RECURSOS MÚLTIPLOS):
As salas de recursos múltiplos oferecem subsídios pedagógicos que contemplarão as áreas cognitivas, motora, sócio-afetiva, emocional e corporal, servindo de apoio ao NAPPI. A SRM é voltada para o atendimento de estudantes com dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que dificultam o acompanhamento das atividades curriculares, alunos com dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas, estudantes com altas habilidades/ superdotação e que apresentem uma grande facilidade ou interesse em relação a algum tema ou grande criatividade ou talento específico. Sua estrutura é constituída de computadores, impressora, televisor, brinquedos e jogos adaptados, entre outros materiais. Num total de quatro salas, nas seguintes escolas do Município: Paul Harris , (1ª sala), Maria Edila, Álvaro Nunes e Barão do Rio Branco, sendo que cada uma pode atender de 30 a 35 alunos em média.
Acredito que aos poucos vão abrindo-se portas para que os alunos com necessidades especiais sejam bem acolhidos, partindo de ações coletivas de cidadania voltadas ao bem e interesse comum, através de políticas públicas de inclusão.
PARTE B:ESTUDO DE CASO (aluno “A”)
Realizei meu estudo de caso a partir da conversa com uma colega de escola, onde relatou o caso desta menina, pelo qual me interessei, visto não ter laudo médico, e também pela situação geral em que a mesma se encontra. Então pedi que minha colega relatasse o caso, que segue a seguir.
A aluna “A” é uma menina com 7 anos que freqüenta o 1º ano do ensino fundamental, tendo já freqüentado durante o ano de 2008 a Ed.Infantil desta mesma escola. Filha única de pais (mãe e pai) alcoólicos e desempregados, morando de favor em algumas peças (2) na casa de vizinhos em um lugar apelidado na escola de “BECO”.
Esta aluna apresenta sérios problemas como desnutrição, asma, olhos profundos, demonstrando uma fraqueza aparente. Sequer segura a saliva na boca.
Demonstra sérias dificuldades cognitivas e de fala, não conseguindo pronunciar nem seu próprio nome nitidamente. Em relação as suas atividades em sala de aula, ainda, após já ter freqüentado a Ed. Infantil, não consegue nem segurar o lápis com firmeza. É bastante apática (não realiza nenhuma atividade proposta) e parece desligada de tudo, faltando constantemente as aulas e quando vem, tem medo que a esqueçam na escola, como já ocorreu inúmeras vezes de deixarem-na até o final ou após o turno da tarde, sendo que seu turno é de manhã. Ao interrogar a mãe sobre faltas, dificuldades, saúde, etc; a mãe pareceu-me tão apática quanto a criança, dizendo que não a leva no médico há bastante tempo, mas que ela era “assim mesmo”. Durante a pequena conversa e o que consegui entender foi que a menina chupa bico, mama no peito e cuida de carros durante a noite juntamente com os pais, pegando sereno, frio e chuva e por isto é “assim”. (Relato feito pela professora S. colega de escola).
Continuação A aluna a qual mencinei em meu estudo de caso é retraída, tímida , fala pouco e não se relaciona muito com os colegas e com a professora, fala somente quando é endagada sobre algo. Prefere ficar sozinha, sem se misturar as demais crianças, quando vem a escola, pois apresenta muitas faltas, onde do total de dias letivos, já faltou mais de 50%. Como já mencionei anteriormente, continua sem laudo, pois a mãe não aceita que a mesma precise de atendimento especializado. A professora já encaminhou a mãe para atendimento com a menina num pediatra e um neurologista, para uma avaliação e laudo, mas até o momento a mãe não deu nenhum retorno, e a menina continua com baixa frequência. Quanto a aprendizagem, a menina não evoluiu quase nada, continua a não fazer as atividades, pois mal consegue segurar o lápis, continua babando, mama ainda no peito.
A família não aceita a condição da criança (PNEE), por isso não retorna com as solicitações feitas e continua a levar a criança para a rua a noite (no frio), para ficar com os pais, enquanto estes, trabalham cuidando de carros (flanelinha).
A menina é filha única e as condições financeiras são precárias, onde os pais não tem grande instrução.
Quais as práticas pedagógicas inclusivas possíveis de serem efetivadas em sala de aulacom o sujeito escolhido por você para o estudo de caso?
Acredito que se a menina tivesse adaptadores para que utilizasse o lápis de forma mais correta, devido a seu problema de motricidade, teria mais estimulo em realizar as atividades propostas, pois poderia acompanhar os colegas e se sentiria mais feliz, e tendo o que compartilhar, se tornaria mais acessivel a aproximação aos colegas. Também com o auxilio de uma fonoaudióloga, e uma fisioterapeuta, devido ao problema na fala e a salivação excessiva, poderia se sentir melhor, evoluindo em sua fala e consequentemente em seu relacionamento com colegas , professores e funcionários, pois se sentiria menos apática, mais sociável.
É importante neste caso, também tratar a mãe, visto que por ter filha única, e tratá-la como bebê de colo: dá mama no peito, chupa bico, vindo a confundir a menina, visto que esta tem 7 anos de idade.
De que maneira(s) a presença de alunos com NEEs no ensino comum pode contribuir para a facilitação das aprendizagens da turma como um todo?
Os alunos com NEES contribuem muito para que os demais alunos coompreendam que todos tem direitos, independente de sua condição de aprendizagem e que sempre podemos aprender com o outro, que as diferenças, se completam.
Quanto a avaliação, acredito que é sempre valorizado aquilo que o aluno evolui e não há uma comparação com os demais. Cada um é um, e a avaliação ocorre a cada dia, a cada situação, por isso qualquer evolução é percebida e registrada. A avaliação neste caso (1º ano) é atravé de parecer descritivo, facilitando aos pais perceberem o desenvolvimento da filha. No meu estudo de caso não há interesse da família com a vida escolar da criança, pois a mãe não retirou ainda a avaliação do I trimestre, mesmo sendo chamada por várias vezes. Acredito que a avaliação se tornaria mais significativa se houvesse um acompanhamento e descrição de profissionais especializados, pois esta seria feita com base em um laudo e com certeza feito com mais precisão em quais as possibilidades e competências desta criança.
SAIBA MAIS
Comments (5)
lenise.pead@... said
at 5:14 pm on Apr 21, 2009
O teu relato, Maria Angelica, está bastante detalhado, apresenta os fatos em uma sequência histórica e preenche as solicitações da UNidade 1.Gostaria que tivesse alguns cuidados na formatação do texto, utilizando uma cor mais escura e observando o espaçamento 1,5 para garantir uma leitura mais agradável.
Profª Lenise
Letícia Schmarczek Figueiredo said
at 8:09 am on May 25, 2009
Olá, Maria Angélica! Os dados referentes à educação especial na rede e na escola, em questão, estão excelentes. Aguardo o início da escrita sobre o estudo de caso escolhido.
Abraços,
Tutora Letícia Figueiredo ;-)
lenise.pead@... said
at 2:54 pm on Jun 14, 2009
MAria Angélicia o teu relato sobre o estudo de caso apresenta dados importantes sobre a situação familiar e as condições de saúde da aluna em questão. Vamos continuar investindo no teu dossiê para nas próximas unidades apresentares refelxões sobre possíveis práticas pedagógicas para o caso apresentado, OK. As atividades da Unidade 3 estão realizadas dentro dos objetivos propostos.
Profª Lenise
Gi said
at 1:55 pm on Jun 15, 2009
Olá Angélica... A inclusão implica uma transformação no modo de se conceber a educação como um todo, a fim de que as escolas possam receber todos os alunos, quaisquer que sejam suas especificidades.
Como diz Mantoan (1997): “O princípio democrático de “educação para todos” só se evidencia nos sistemas educacionais em todos os alunos e não apenas um deles” (p.120).
O relato referente à unidade 2, em que abordas tua realidade profissional, demonstra o teu envolvimento com a temática abordada na interdisciplina, atingindo os objetivos propostos para esta unidade. Qualquer dúvida entre em contato. Abraços, Gi.
Gi said
at 12:53 pm on Jul 18, 2009
Marias Angélica... Teus relatos contemplam os objetivos deste eixo! O sentido especial da educação consiste no amor e no respeito ao outro, na busca para melhor favorecer o crescimento e desenvolvimento do outro.
Para refletir:
“Certamente, um professor que engendra e participa da caminhada do saber "com"seus alunos consegue entender melhor as dificuldades e as possibilidades de cada um e provocar a construção do conhecimento com maior adequação (MANTOAN, 2003, p. 77).”
Um abraço, bom final de semestre e até o próximo! Gi
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